Janeiro Branco e a Saúde Mental no Sistema Penitenciário
Eunice Teodora dos Santos Crescencio
Psicóloga – Presidente do Sindicato dos Profissionais de Nível Superior do Sistema Penitenciário de Mato Grosso.
Eunice Teodora dos Santos Crescencio
Psicóloga – Presidente do Sindicato dos Profissionais de Nível Superior do Sistema Penitenciário de Mato Grosso.
Segundo Nicinha, a pressão exercida por sindicatos, associações, federações e pela base dos servidores resultou em avanço nas negociações, elevando o índice para 5,4%.
A Justiça foi clara ao apontar que a prática vinha expondo os trabalhadores a riscos desnecessários, violando princípios básicos de segurança no ambiente de trabalho
Eunice Teodora dos Santos Crescencio
Nicinha: Presidente do Sindicato dos Profissionais de Nível Superior com Habilitação Específica para o Sistema Penitenciário de Mato Grosso – SINPHESP/MT
Rejane Monge, Nutricionista.
Servidora do Sistema Penitenciário de MT, lotada no CDP DE Tangará da Serra
O SINPHESP/MT reafirma seu compromisso com a transparência, a ética e a defesa de todos os servidores que, como ela, exercem suas funções com retidão, mesmo diante de pressões e adversidades.
O clima de mobilização segue nesta segunda-feira (27), com o Ato Unificado na Praça Ipiranga, em Cuiabá
Rejane Monge, Nutricionista.
Servidora do Sistema Penitenciário de MT, lotada no CDP DE Tangará da Serra
Algumas deixam de fazer mamografias por falta de tempo; outras convivem com sintomas que ignoram por medo de parecer “fracas”. Há ainda aquelas que enfrentam diagnósticos em silêncio, temendo perder o posto ou serem vistas como incapazes.
O argumento da pandemia até poderia justificar uma suspensão momentânea. Mas hoje não há desculpa. O orçamento é positivo, há dinheiro em caixa e há margem legal dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal para pagar os retroativos. Portanto, o que falta não é recurso: é respeito.
O velório acontece na Capela Jardins – Sala Lírios e o cortejo está previsto para as 14h.
Nicinha observou que todos estavam com fardamento completo e executando a ordem unida, o que reforça, segundo ela, a necessidade de reconhecer todos os cargos da Polícia Penal como de natureza policial. “Não há razão para a negativa. Essa recusa representa um prejuízo para a segurança do Estado”, afirmou.